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Fotógrafo: Arquivo Vale
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A Vale divulgou, nesta quinta-feira, 31 de julho, seu desempenho referente ao segundo trimestre de 2025.

  • O desempenho operacional e de custo melhorou em todos os segmentos de negócios, no caminho para atingir os guidances. As vendas de cobre e níquel aumentaram 17% (12,9 kt) e 21% (7,0 kt) a/a, respectivamente. Os embarques de minério de ferro diminuíram 3% (2,4 Mt) a/a, refletindo a estratégia de otimização do portfólio em andamento. 

  • O preço médio realizado de finos de minério de ferro foi de US$ 85,1/t, 6% menor t/t e 13% menor a/a, em linha com a queda nos preços de referência do minério de ferro. 

  • O custo caixa C1 de finos de minério de ferro, excluindo compras de terceiros, diminuiu 11% em relação ao ano anterior, atingindo US$ 22,2/t, marcando o quarto trimestre consecutivo de redução ano contra ano. 

  •  Os custos all-in reduziram em 10% no minério de ferro (US$ 55,3/t), 60% no cobre (US$ 1.450/t) e 30% no níquel (US$ 12.396/t) a/a, como resultado da implementação de iniciativas de eficiência e pela maior produção. 

  • O guidance de custo all-in do cobre para 2025 foi revisado para US$ 1.500-2.000/t (de US$ 2.800-3.300/t), impulsionado por um desempenho operacional sólido e preços de ouro acima do esperado.   

  • O EBITDA Proforma totalizou US$ 3,4 bilhões, 7% maior t/t e 14% menor a/a. O forte desempenho dos segmentos de cobre e níquel, aliado ao menor custo caixa C1 de minério de ferro, compensaram parcialmente os menores preços de commodities.   

  • O CAPEX totalizou US$ 1,1 bilhão, US$ 0,2 bilhão menor a/a, em linha com a projeção de US$ 5,9 bilhões e refletindo as iniciativas de eficiência em andamento. 

  • O fluxo de caixa livre recorrente foi de US$ 1,0 bilhão, US$ 0,8 bilhão maior em relação ao ano anterior, como resultado da variação mais favorável do capital de giro e menor CAPEX.
     
  • A dívida líquida expandida totalizou US$ 17,4 bilhões em 30 de junho, US$ 0,8 bilhão menor t/t, em razão, principalmente, da geração de fluxo de caixa livre. 
  • Aprovação de US$ 1,448 bilhão em juros sobre capital próprio a serem pagos em setembro de 2025, implicando em um dividend yield anualizado de 7% .

Entregamos mais um trimestre sólido, refletindo nosso foco na excelência operacional e na disciplina de execução, seguindo no caminho certo para cumprir nossos guidances de 2025. Segurança continua sendo um valor central, e estamos entusiasmados com o claro progresso rumo a um ambiente de trabalho sem acidentes em nossas operações. Conforme avançamos na nossa estratégia de fortalecimento do nosso portfólio flexível de produtos, estamos entregando redução de custos ao mesmo tempo em que construímos uma maior resiliência, que nos ajudará a navegar bem em qualquer cenário de mercado. Neste trimestre, também alcançamos um marco importante, com o nosso primeiro projeto de mina de cobre sob o programa Novo Carajás obtendo a licença prévia, um marco tangível de avanço rumo ao crescimento futuro. Essas conquistas reafirmam nossa estratégia e demonstram nosso compromisso em construir uma plataforma líder em mineração que gera valor de longo prazo para todos os nossos stakeholders.

Gustavo Pimenta

CEO
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Fotógrafo: Ricardo Teles

Destaques

Soluções de Minério de Ferro

  • O primeiro embarque do projeto Capanema foi concluído no 2T. O projeto adicionará 15 Mtpa de capacidade de produção líquida de minério de ferro, com a conclusão do ramp-up esperado para o primeiro semestre de 2026. Essa expansão contribuirá para o atingimento do guidance de produção de 2025 (325- 335 Mt). 

Metais para Transição Energética
 
  • A Vale Metais Básicos obteve a Licença Prévia para o projeto Bacaba em junho. O projeto tem como objetivo estender a vida útil do Complexo Minerador de Sossego, contribuindo com uma produção média anual de cobre de aproximadamente 50 ktpa ao longo de 8 anos de operação. Aproximadamente US$ 290 milhões serão investidos durante a fase de implantação do projeto e o início da produção está planejado para o primeiro semestre de 2028. 
     
  • O comissionamento do projeto do 2º forno de Onça Puma iniciou em julho. Com um investimento planejado de US$ 555 milhões, o projeto deverá contribuir para a redução de custos em todo o complexo e aumento da capacidade de produção de níquel em 12-15 ktpa. Com 94% do progresso físico concluído, a produção inicial é esperada para o 4T25. 

Barragens de Rejeito 

  • A barragem Grupo foi removida de nível de emergência em maio após declaração de estabilidade. Em julho, o nível de emergência da barragem Xingu foi reduzido de 2 para 1 após melhorias no monitoramento e nas avaliações estruturais. Espera-se que a barragem Grupo esteja totalmente descaracterizada até o final de 2025, e a barragem Xingu até 2034. O Programa de Descaracterização da Vale que está em andamento descaracterizou 17 das 30 barragens a montante desde 2019. 
Mineração Circular  
  • O programa de mineração circular da Vale continua avançando, transformando rejeitos e estéril em recursos valiosos. Atualmente, o programa abrange 150 iniciativas, incluindo a operação de reprocessamento de rejeitos nas barragens de Gelado e Vargem Grande, além da pilha de estéril WH em Capanema. No primeiro semestre de 2025, a Vale produziu cerca de 9 Mt a partir de programas de circularidade, um aumento de 14% em relação ao mesmo período de 2024. 

​Proteção de Florestas 

  • A Vale atingiu 200.000 hectares de conservação florestal, representando 50% da sua meta voluntária para 2030. Atualmente, a companhia apoia iniciativas de proteção florestal em 1 milhão de hectares ao redor do mundo, incluindo 800.000 hectares na Amazônia em colaboração com o ICMBio. 

Transparência 

  • •    A Vale publicou seu Relatório de Informações Financeiras Relacionadas à Sustentabilidade, disponível aqui, marcando um passo significativo alinhado com os padrões internacionais do ISSB e os Pronunciamentos de Divulgação de Sustentabilidade do CBPS no Brasil. A divulgação voluntária antecipa os requisitos regulatórios da Resolução CVM 193/23 em dois anos, reforçando o compromisso da Vale com a transparência e com a contínua evolução de suas práticas de reporte climático e de sustentabilidade

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Brumadinho  

  • O Acordo de Reparação Integral de Brumadinho continua avançando, com aproximadamente 77% dos compromissos acordados concluídos até o 2T25 e em linha com os prazos previstos no acordo. Além disso, R$ 3,9 bilhões já foram pagos em indenizações individuais desde 2019.   


Mariana  

  • O programa de reparação da Samarco continua progredindo, com R$ 60 bilhões desembolsados até 30 de junho de 2025. O Programa de Indenização Definitiva (PID) superou as expectativas iniciais, com a adesão formal de mais de 290.000 indivíduos. O alto nível de engajamento contribui para a continuidade da resolução das reivindicações subjacentes por meio de um processo transparente e estruturado.

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