
O que é GISTM?
Trata-se do primeiro padrão global do setor mineral, considerado um marco mundial para a segurança de barragens de rejeitos. O GISTM é estruturado em 6 tópicos, divididos em 15 princípios e detalhados em 77 requisitos auditáveis, que estabelecem parâmetros claros para reforçar a segurança, a transparência e a responsabilidade na gestão dessas estruturas.


Jornada
A Vale, como membro do ICMM, assumiu publicamente o compromisso de implementar o Padrão em todas as suas Estruturas de Armazenamento de Rejeitos (EARs). Esse compromisso previa a adequação das estruturas classificadas como de consequência “extrema” e “muito alta” até agosto de 2023, e das demais (que não estejam em fechamento seguro) até agosto de 2025.
Para garantir essa conformidade, a Vale criou o Programa Jornada GISTM, uma iniciativa estratégica voltada à melhoria contínua. O programa estabelece um sistema robusto para identificar, corrigir e prevenir lacunas, alinhando as práticas da empresa aos mais altos padrões internacionais de segurança e sustentabilidade.
Reafirmando esse compromisso, a Vale já implementou o GISTM em 37 EARs do negócio de Soluções para Minério de Ferro e em 13 EARs do negócio de Metais Básicos, independentemente da classificação de consequência.


GTMI

Foto: Jeferson Capela
Princípio 15 do GISTM
O último princípio do GISTM reúne três requisitos voltados à divulgação pública de informações, garantindo canais de comunicação ativos e transparentes para todas as partes interessadas.
O que diz o Princípio 15:
Divulgar publicamente e garantir acesso a informações atualizadas sobre estruturas de armazenamento de rejeitos, reforçando a prestação de contas e a responsabilização pública.
Atendendo ao Princípio 15, a Vale disponibiliza todas as informações atualizadas a respeito de nossas EARs através da página interativa.