

Compromissos para 2030
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Avanços nos nossos compromissos de longo prazo
Buscamos alinhar nossos compromissos de longo prazo com a Agenda 2030 da ONU. Confira abaixo os compromissos de longo prazo da empresa que de alguma forma contribuem para o atingimento das metas da Agenda 2030 no Brasil e globalmente. A correlação temática feita na tabela está alinhada ao padrão setorial GRI14 (Mining Sector 2024).
Confira abaixo os resultados acumulados até 2024:
| ODS | Tema | Baseline | Meta Vale | Status em 2024 (resultado acumulado) |
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Mudanças climáticas
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Ano-base 2017: 10,5 MtCO2e
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Reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa (GEE), de Escopos 1 e 2, em 33% até 2030.
Global: Alcançar emissão líquida zero nos Escopos 1 e 2 até 2050. |
Emissões de Escopo 1 e 2 reduzidas em 26,9% - 81,5% de progresso em direção à meta.
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Mudanças climáticas
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Ano base 2018: 528,4 MtCO2e
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Reduzir em 15% as emissões líquidas de Escopo 3 até 2035.
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Emissões de Escopo 3 reduzidas em 13,2% - 88,3% de progresso em direção à meta.
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Energia
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Ano-base 2017:
Global: o consumo de renováveis foi de 79%. |
Global: 100% de consumo de energia elétrica renovável até 2030.
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Energia
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Ano-base 2017:
Brasil: o consumo de renováveis no Brasil foi de 83%. |
Brasil: 100% de consumo de energia elétrica renovável até 2025.
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100% do consumo renovável, atestado por declarações renováveis
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Energia
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Melhorar em 5% o indicador de eficiência energética global até 2030.
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Em 2024, o índice foi de 0,301 GJ/tFe-eq
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Florestas
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Ano-base 2019:
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Recuperar e proteger mais 500.000 ha de áreas florestais além das fronteiras da empresa até 2030.
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2024:
5.828,55 hectares recuperados por meio de negócios de impacto e fundos florestais. 35.000 ha de proteção financiados através de projetos de REDD+ Acumulado: 218.536,73 hectares de áreas protegidas e recuperadas desde 2020, sendo 18.443,26 ha de recuperação e 200.093 de proteção. |
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Evolução das práticas ESG
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Ano -base 2019
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Eliminar principais lacunas ESG em relação às melhores práticas – 63 lacunas mapeadas.
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Total de 57 lacunas eliminadas
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Ambição social
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Ano-base 2021
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Figurar no Top 3 das principais avaliações
externas ESG. |
Evolução nos índices e ratings das principais avaliações externas (MSCI, Sustainalytics e DJSI). Veja mais em Avaliações de índices e ratings.
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Ambição social
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Ano-base 2021:
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Apoiar a saída de 500 mil pessoas da pobreza extrema.
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Em 2024, cerca de 51 mil pessoas estão engajadas em 20 iniciativas que
abrangem 6 estados. Destas, 80% estão no Pará e Maranhão. |
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Ambição social
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Ano-base 2021:
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Apoiar todas as comunidades indígenas vizinhas às operações da Vale na elaboração e execução de seus planos em busca de direitos previstos na Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (UNDRIP).
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Em 2024, concluímos e publicamos o Protocolo de Consulta do Povo Kayapó, no estado do Pará, Brasil. Além desse povo, outras quatro das 11 comunidades indígenas de relacionamento da Vale no país (Ka’apor/MA, Guajajara das Terras Indígenas Rio Pindaré e Caru/MA e Tupiniquim da Terra Indígena Comboios/ES) estão engajadas para implementar o compromisso da empresa com os direitos descritos na UNDRIP, seja por meio do desenvolvimento de seus Protocolos de Consulta ou Planos de Gestão Territorial e Ambiental ou Planos de Vida.
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Emissões atmosféricas
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Ano-base 2018: Material Particulado: 4,1 kt
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Reduzir em 16% as emissões de Material Particulado.
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Resultado: Ano 2024
Material Particulado: 2,9 kt Em relação ao ano base de 2018, houve uma redução de 28% na quantidade de material particulado emitido em 2024. |
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Emissões atmosféricas
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Ano-base 2018: Óxidos de Enxofre: 118,1 kt
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Reduzir em 16% as emissões de Óxidos de Enxofre (SOx).
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Resultado: Ano 2024
Óxidos de Enxofre: 33,4 kt Em comparação com os valores de 2018, observou-se uma redução de 72% na emissão de óxidos de enxofre em 2024. |
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Emissões atmosféricas
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Ano-base 2018: Óxidos de Nitrogênio: 76,7 kt
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Reduzir em 10% as emissões de Óxidos de Nitrogênio (NOx).
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Resultado: Ano 2024
Óxidos de Nitrogênio: 49,3 kt Considerando o ano base de 2018, houve uma redução de significativa de 36% na emissão de óxidos de nitrogênio em 2024. |
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Saúde e Segurança
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Ano-base 2023: 21 N1 +N2
registrados |
Redução de pelo menos 10% nas ocorrências de N1+N2 em relação ao resultado do fechamento do ano anterior.
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2024: aumento de 19% quando comparado aos resultados de 2023.
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Saúde e Segurança
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Ano-base 2023: 21 N1 +N2
registrados |
Zerar o número de fatalidades.
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2024: tivemos 4 fatalidades em nossas operações, porém a Vale segue com a meta de zerar fatalidades.
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Saúde e Segurança
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Ano-base 2023: 21 N1 +N2
registrados |
Eliminar todos os cenários de risco classificados como “muito alto” para Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Comunidades.
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Redução de 57% dos cenários de risco classificados como
“muito alto”, de 2023 para 2024. |
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Saúde e Segurança
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Ano-base 2019: 23 mil exposições registradas
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Reduzir em 50% o número de exposições aos agentes nocivos à saúde no ambiente de trabalho até 2025.
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2024: atingimos 9,2 mil exposições, ou seja, uma queda de 60% em relação ao baseline.
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Barragens
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Nenhuma barragem de rejeito a montante em condição crítica de segurança (nível 3 de emergência) até Dez/2025.
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Retirada de nível de emergência 3 das barragens Sul Superior e B3/B4. A barragem Forquilha III permanece em nível 3. |
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Barragens
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Implementação do Global Industry Standard on Tailings Management (GISTM) em todas as Estruturas de Armazenamento de Rejeitos (EARs) até ago/2025.
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48 de 50 EARs tiveram o GISTM implementado até 2023; as outras 2 EARs restantes estarão em conformidade com o padrão até agosto de 2025.
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Barragens
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Descaracterizar todas as barragens construídas no método de alteamento a montante, no Brasil, até 2035.
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57% de barragens descaracterizadas.
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Água
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Ano-base 2017
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Reduzir média acumulada de 27% do uso específico de água doce até 2030 (ano-base 2017), considerando, principalmente, as regiões com maior estresse hídrico.
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Em 2024, atingimos 31% de redução do uso específico de água nova em nossas operações, em relação ao ano base de 2017.
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NOTA EXPLICATIVA
As emissões de Escopo 3 foram recalculadas, desde o ano-base de 2018, refletindo os novos investimentos incorporados na categoria 15 em 2024. Também foram transferidas para o Escopo 1 as emissões relativas aos navios em contrato de leasing, de nosso controle operacional, que nos anos anteriores estavam sendo contabilizadas
nas Categoria 4 & 9 do Escopo 3.
NOTA EXPLICATIVA
Redução relacionada principalmente à menor produção em relação a 2017 e também à melhoria da disciplina operacional. A curva de emissões tende aumentar com o aumento de produção nos próximos anos, sendo compensada pelas iniciativas tecnológicas a serem implantadas até o ano de 2030.
NOTA EXPLICATIVA
O percentual de eletricidade renovável varia ano a ano em função do consumo, do volume dos certificados obtidos e da matriz de geração elétrica de cada país em que operamos.
NOTA EXPLICATIVA
O indicador de eficiência energética (GJ/tFe.Eq.) foi recalculado desde o ano base, refletindo as emissões relativas aos navios em contrato de leasing, de nosso controle operacional, que nos anos anteriores não estavam sendo contabilizados e a retirada de PTVI, devido ao desinvestimento.
NOTA EXPLICATIVA
Retificamos que diferentemente do valor publicado no Relato Integrado 2024, o valor do baseline da meta global de eficiência energética ano base 2017 foi de 0,294 GJ/tFeEq4.
NOTA EXPLICATIVA
A linha internacional de pobreza extrema é definida em USD 2,15 por pessoa, por dia, de acordo com o Banco Mundial, usando os valores de 2017. Isso significa que qualquer pessoa que viva com menos de USD 2,15 por dia está em situação de extrema pobreza. Quase 700 milhões de pessoas em todo o mundo estavam vivendo em extrema pobreza em 2024.
NOTA EXPLICATIVA
Houve revisão devido aos desinvestimentos e investimentos em ativos.
NOTA EXPLICATIVA
Apesar de os resultados de 2024 estarem abaixo da meta, existe a projeção de elevação das emissões nos próximos anos, em função do aumento de produção.
NOTA EXPLICATIVA
Pessoas que vivem com menos de USD 2,15 por dia, de acordo com o Banco Mundial.
NOTA EXPLICATIVA
NOTA EXPLICATIVA
NOTA EXPLICATIVA
NOTA EXPLICATIVA
NOTA EXPLICATIVA
NOTA EXPLICATIVA
Ano-base 2017:
10,5 Mt CO2e
Reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa (GEE), de Escopos 1 e 2, em 33% até 2030.
Global: Alcançar emissão líquida zero nos Escopos 1 e 2 até 2050.
(resultado acumulado)
Emissões de Escopo 1 e 2 reduzidas em 26,9% - 81,5% de progresso em direção à meta².
ODS 13
Meta ODS 13.2:
Integrar medidas da mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais.
Ano-base 2018:
528,4 Mt CO2e¹
Emissões de Escopo 3 reduzidas em 13,2% - 88,3% de progresso em direção à meta.
Como estamos contribuindo:
A Vale tem uma meta de reduzir em 33% suas emissões absolutas de Escopos 1 e 2 em relação ao ano base de 2017, tendo atingido 26,9% neste último ano, majoritariamente devido à redução de volumes e variação do mix de produção, de produtos aglomerados e de minério de ferro. Destaca-se também a redução do Escopo 2 no Brasil, dado o lastro de certificados de energia renovável obtidos pela aquisição de eletricidade baseada em geração hidráulica, eólica e solar.
Concluímos a conversão do uso de óleos combustíveis 1A e 1B para gás natural, um combustível menos intensivo em carbono, em todas as instalações de pelotização, tendo sido a usina de São Luis, no Maranhão, a última implementada em 2024. Nos próximos anos, a Vale planeja alcançar sua meta de redução de emissões de Escopos 1 e 2 aumentando o consumo de energias renováveis, substituindo os combustíveis fósseis e adotando processos menos intensivos em carbono.
Baseline
Ano-base 2017:
Global: o consumo de renováveis foi de 79%.
Brasil: o consumo de renováveis foi de 83%.
Compromissos Vale
Global: 100% de consumo de energia elétrica renovável até 2030.
Brasil: 100% de consumo de energia elétrica renovável até 2025.
Status em 2024
(resultado acumulado)
84,3% do consumo³.
Nossa contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ODS 7
Meta ODS 7.2:
Até 2030, aumentar substancialmente a participação de energias renováveis na matriz energética global.
Meta ODS 7.3:
Até 2030, dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética.
Ano-base 2017:
Global: a eficiência energética foi 0,335 GJ/tFeEq.
Eficiência Energética e Melhorias Operacionais
A Vale tem investido em inovação tecnológica para melhorar a eficiência energética de suas operações, com destaque para o projeto MinAInteligente, que utiliza Inteligência Artificial para otimizar o consumo de diesel em caminhões fora de estrada. Através de recomendações de parâmetros operacionais, o projeto foca na velocidade ideal dos caminhões para cada trecho da mina.
A eficiência energética é uma das alavancas de nossa estratégia de descarbonização, por isso a Vale possui um compromisso público de melhorar o indicador de eficiência energética em 5% até 2030. Neste sentido, o planejamento engloba a expansão do uso de tecnologias de otimização de processos, principalmente dos automatizados, o aumento da eletrificação dos possíveis ativos e a continuidade dos investimentos em energias renováveis.
Ano-base 2019
Recuperar e proteger 500.000 ha além das fronteiras da empresa até 2030.
(resultado acumulado)
2024: 5.828,55 hectares recuperados por meio de negócios de impacto e fundos florestais. 35.000 ha de proteção financiados através de projetos de REDD+.
Acumulado: 218.536,73 hectares de áreas protegidas e recuperadas desde 2020, sendo 18.443,26 ha de recuperação e 200.093 de proteção.
Nossa contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ODS 15
Meta ODS 15.1:
Até 2020, assegurar a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e de água doce interiores e seus serviços, em especial florestas, zonas úmidas, montanhas e terras áridas, em conformidade com as obrigações decorrentes dos acordos internacionais.
Meta ODS 15.2:
Até 2020, promover a implementação da gestão sustentável de todos os tipos de florestas, deter o desmatamento, restaurar florestas degradadas e aumentar substancialmente o florestamento e o reflorestamento globalmente.
A Vale assumiu um compromisso voluntário para a recuperação e a proteção de mais 500 mil hectares de áreas além das fronteiras da empresa até 2030, sendo 100 mil ha de recuperação, priorizando negócios de impacto socioambiental positivo em arranjos produtivos sustentáveis, e 400 mil ha de proteção de florestas a partir de parcerias com Unidades de Conservação e projetos de REDD+.
Além de alavancar a agenda de proteção e recuperação por meio de parcerias, a Meta Florestal faz parte da estratégia de clima da Vale para atingir a Meta de ser NetZero até 2050. Essa meta voluntária foi definida a partir de um baseline de 2019, que indicava que mais de 80% de nossas áreas impactadas estavam associadas a florestas nos biomas da Mata Atlântica e Amazônia, assim como mostrava nossa capacidade de atuar na conservação e restauração. A estratégia para alcançar a meta foi baseada no estabelecimento de parcerias, inspirada pela atuação da Reserva Natural Vale e do Fundo Vale, com o objetivo de fortalecer a gestão e manutenção de áreas protegidas e conservadas e desenvolver negócios focados na agenda de recuperação e proteção, ampliando assim os resultados para além de compromissos legais.
Ano-base 2019
Eliminar principais lacunas ESG em relação às melhores práticas – 63 lacunas mapeadas.
(resultado acumulado)
57 lacunas eliminadas.
Nossa contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
-
Ano-base 2021
Figurar no TOP 3 das principais avaliações externas ESG.
(resultado acumulado)
Evolução nos índices e ratings das principais avaliações externas (MSCI, Sustainalytics e DJSI). Saiba mais em Avaliações de índices e ratings.
Nossa contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ODS 1
Meta ODS 1.1:
Até 2030, erradicar a pobreza extrema para todas as pessoas em todos os lugares, atualmente medida como pessoas vivendo com menos de US$ 1,90 por dia.
Meta ODS 1.a:
Garantir uma mobilização significativa de recursos a partir de uma variedade de fontes, inclusive por meio do reforço da cooperação para o desenvolvimento, para proporcionar meios adequados e previsíveis para que os países em desenvolvimento, em particular os países menos desenvolvidos, implementem programas e políticas para acabar com a pobreza em todas as suas dimensões.
Como estamos contribuindo:
A Vale tem como compromisso apoiar a saída de 500 mil pessoas da extrema pobreza até 2030.
A iniciativa adota um Índice de Pobreza Multidimensional (IPM), adaptado para o programa a partir do Multidimensional Poverty Index (MPI) – desenvolvido pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, para aferição e monitoramento dos resultados. Metodologicamente, a Vale compreende a pobreza como um fenômeno multidimensional e adota uma abordagem voltada para o Acompanhamento Familiar Multidimensional (AFM), que considera cinco dimensões: educação, renda, saúde, nutrição e infraestrutura. O foco é nos territórios, na parceria, especialmente com o poder público no acompanhamento e no encaminhamento de famílias para as políticas públicas e para os programas sociais existentes em cada localidade, verificando os impactos no cotidiano e a situação de vulnerabilidade encontrada.
Ano-base 2018³ :
Material Particulado: 4,1 kt
Óxidos de Enxofre: 118,1kt
Óxidos de Nitrogênio:76,7 kt
Meta de reduções de emissões absolutas:
Reduzir em 16% as emissões de Material Particulado até 2030.
(resultado acumulado)
Resultado: Ano 2024¹
Material Particulado: 2,9 kt
Em relação ao ano base de 2018, houve uma redução de 28% na quantidade de material particulado emitido em 2024.
Nossa contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
-
Resultado: Ano 2024
Óxidos de Enxofre: 33,4 kt
Em comparação com os valores de 2018, observou-se uma redução de 72% na emissão de óxidos de enxofre em 2024.
Resultado: Ano 2024
Óxidos de Nitrogênio: 49,3 kt
Considerando o ano base de 2018, houve uma redução de significativa de 36% na emissão de óxidos de nitrogênio em 2024.
Ano-base 2017
Reduzir em 27% a média global do uso específico de água nova até 2030, considerando metas mais restritivas para unidades localizadas em regiões com estresse hídrico.
(resultado acumulado)
Em 2024, atingimos 31% de redução do uso específico de água nova em nossas operações, em relação ao ano base de 2017.
Nossa contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ODS 6
Meta 6.4 ODS:
Até 2030, aumentar substancialmente a eficiência do uso da água em todos os setores e assegurar retiradas sustentáveis e o abastecimento de água doce para enfrentar a escassez de água, e reduzir substancialmente o número de pessoas que sofrem com a escassez de água.
Como estamos contribuindo:
Ao adotar metas mais restritivas em áreas críticas e implementar práticas que resultaram em uma redução de 31% até 2024, em comparação com 2017, a organização demonstra compromisso com o uso responsável da água, minimizando impactos sobre fontes naturais e ajudando a preservar o abastecimento de água doce para populações e ecossistemas. Esse progresso acelerado também serve de referência positiva para outros setores, reforçando a importância da gestão hídrica eficiente como parte das estratégias globais de sustentabilidade.
Ano-base 2019: Mulheres na força de trabalho: 13%
Aumentar a presença de mulheres na força de trabalho para 26% até 2025.
Nossa contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ODS 5
Meta ODS 5.5:
Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública.
Como estamos contribuindo:
A Vale promove a representatividade de mulheres e negros em sua força de trabalho e cargos de liderança. Trabalhamos para ser uma empresa inclusiva e que promove um ambiente de respeito,
com oportunidades equânimes de crescimento e
desenvolvimento para todas as pessoas.
2024: Aumentamos para 22,6%
2024: Alcançamos 37,7%
Redução de pelo menos 10% nas ocorrências de N1+N2 em relação ao resultado do fechamento do ano anterior.
(resultado acumulado)
2024: 25, Aumento de 19% quando comparado aos resultados de 2023.
Nossa contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ODS 8
Meta ODS 8.8:
Proteger os direitos trabalhistas e promover ambientes de trabalho seguros e protegidos para todos os trabalhadores, incluindo os trabalhadores migrantes, em particular as mulheres migrantes, e pessoas em empregos precários.
2024: tivemos 4 fatalidades em nossas operações, porém a Vale segue com a meta de zerar fatalidades.
A Vale tem como compromisso eliminar todos os cenários de risco classificados como “muito alto” para Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Comunidades.
Redução de 57% dos cenários de risco classificados como “muito alto”, de 2023 para 2024.
23 mil exposições registradas.
2024: atingimos 9,2 mil exposições, ou seja, uma queda de 60% em relação ao baseline.
- Requisitos de Atividades Críticas (RAC):
São implantados de forma a prevenir e mitigar os riscos associados à execução das tarefas.
- Comportamento Seguro:
As diretrizes e programas comportamentais são implementados para que estimulem nas pessoas a valorização de comportamentos seguros, a intolerância a comportamentos inseguros, a percepção dos riscos e a compreensão e o cumprimento dos procedimentos e regras para tomada de decisão segura.
- Análise de Risco da Tarefa (ART):
Processo que antecede a execução de uma tarefa com o objetivo de identificar causas, consequências e implantar medidas de controles associadas às situações de risco que visa garantir a segurança das pessoas.
- Permissão de Trabalho Seguro (PTS):
O processo quando aplicável, é implementado com avaliação dos riscos no campo e definição de ações de controle para a realização das tarefas de maneira segura.
- CRM (Controle de Riscos Críticos):
Metodologia de verificação em 3 camadas (Gerente, Supervisor/Coordenador e Operador (Executantes)) com foco em prevenção de fatalidades através da avaliação de controles críticos das tarefas.
- SSMA para Fornecedores:
O Modelo de Gestão de SSMA para Fornecedores tem como objetivo estabelecer as Diretrizes de SSMA para garantir uniformidade e transparência no relacionamento entre Vale e Fornecedores e a implementação de práticas e procedimentos mínimos de SSMA durante a execução de atividades para a Vale.
- HIRA (Hazard Identification and Risk Assessment):
Evolução na análise de riscos de processo para cenários de maior severidade, com a implementação eficaz das ações para redução ou eliminação dos riscos.
- PSM (Process Safety Management):
Progresso da implantação de elementos do Gerenciamento de Segurança de Processos, como Gerenciamento de Mudanças (MoC - Management of Change), Pre-Startup Safety Review (PSSR), Gestão de Produtos Perigosos, com a disseminação dos conceitos e utilização das ferramentas.
Adicionalmente, conduzimos análises detalhadas e investigações criteriosas para identificar as causas-raiz e os fatores contribuintes de cada incidente. A partir dessas investigações, implementamos ações focadas na prevenção de recorrências e na construção de uma cultura de segurança.
Investimos também em capacitação, desenvolvimento comportamental dos líderes, tecnologia e inovação para reforçar uma abordagem preventiva, com o objetivo de antecipar riscos e garantir que cada pessoa que integra nossas operações volte para casa com segurança.
Para seguirmos no compromisso de eliminar os riscos classificados como "muito alto" para a Saúde, mantemos iniciativas como a identificação, quantificação e redução contínua dos cenários de risco de exposição ocupacional, bem como a reavaliação dos cenários quantitativos. Além disso, temos as iniciativas de priorização de novos projetos e equipamentos seguindo requisitos básicos de saúde (ergonomia, higiene ocupacional e condições físicas de trabalho), estabelecimento de governança de projetos de mitigação visando eficácia e replicabilidade das boas práticas, além de check e análise crítica dos processos e controles de saúde.
Acreditamos que somente com um esforço coletivo e contínuo alcançaremos nosso objetivo de zerar acidentes fatais e criar um ambiente de trabalho mais seguro e saudável para todos.
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Nenhuma barragem de rejeito em condição crítica de segurança (nível 3 de emergência) até 2025.
(resultado acumulado)
Retirada de nível de emergência 3 da barragem Forquilha III.
Nossa contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
-
Implementação do Global Industry Standard on Tailings Management (GISTM) em todas as Estruturas de Armazenamento de Rejeitos (EARs) até ago/2025.
50 EARs tiveram o GISTM implementado até agosto de 2025, 37 nas unidades operacionais de minério de ferro, e 13 nas de metais básicos.
Descaracterizar todas as barragens construídas no método de alteamento à montante, no Brasil, até 2035.
¹ Devido aos desinvestimentos das empresas não controladas: CSP (Companhia Siderúrgica de Pecém e MRN (Mineração Rio do Norte), as emissões de Escopo 3 do ano-base de 2018 foram revisadas e reduziram de 553 milhões de toneladas de CO₂e para 529,5 milhões de toneladas de CO₂e.
² A linha internacional de pobreza extrema é definida em USD 2,15 por pessoa, por dia, de acordo com o Banco Mundial, usando os valores de 2017. Isso significa que qualquer pessoa que viva com menos de USD 2,15 por dia está em situação de extrema pobreza. Quase 700 milhões de pessoas em todo o mundo estavam vivendo em extrema pobreza em 2024.
³ Houve revisão devido aos desinvestimentos e investimentos em ativos
⁴ Apesar de os resultados de 2024 estarem abaixo da meta, existe a projeção de elevação das emissões nos próximos anos em função do aumento de produção.
⁵ A meta desconsidera empregados da empresa Tecnored, já que a Vale não possui gestão da estratégia de DEI desta subsidiária.
⁶ As seguintes categorias funcionais são consideradas como alta liderança para a meta: Vice-presidentes e diretoras.
⁷ As seguintes categorias funcionais são consideradas como liderança para a meta: diretores, gerentes geral, gerente, coordenadores e especialistas técnicos.
⁸ O nível de emergência é uma categoria estabelecida pela legislação brasileira (ANM 95/2022) para classificar os riscos potenciais que poderiam comprometer a segurança de barragens.
⁹ EAR (estruturas de armazenamento de rejeitos) são estruturas que englobam barragens, empilhamentos drenados e diques.
¹⁰ EAR (estruturas de armazenamento de rejeitos) são estruturas que englobam barragens, empilhamentos drenados e diques.
¹¹ A descaracterização é o processo de remodelar o terreno de nossas barragens de rejeitos a montante e remover parcial ou totalmente os rejeitos do reservatório, reintegrando funcionalmente a estrutura ao meio ambiente, de modo que a estrutura não sirva mais ao seu objetivo primordial de contenção de rejeitos.
Legendas:


Evolução do Plano de GAPs ESG
A Vale estudou e analisou a metodologia por trás dos seus principais provedores de informações sobre ESG e identificou lacunas quanto às melhores práticas. A partir disso, criamos um plano de ação que lista gaps e aborda as iniciativas implementadas para alinhar nossa gestão e processos às melhores práticas exigidas pelo mercado e pela sociedade.
É importante ressaltar que a alta liderança (C-level) está totalmente engajada com a iniciativa, dado que plano de ação ESG para fechar tais lacunas tornou-se um de nossos compromissos para 2030 e faz parte da remuneração de longo prazo dos executivos.
-
Ampliação da transparência sobre a remuneração e painel de metas dos executivos;
-
Aprimoramento da governança corporativa, com a criação do Comitê de Auditoria e de Nomeação, juntamente com atualizações estatutárias que visam melhorar a eficiência e a independência do Conselho de Administração;
-
Fortalecimento dos processos de gestão e alinhamento com as melhores práticas, com a implementação de políticas específicas abrangendo a gestão de barragens, recursos hídricos, resíduos e VPS – Modelo de Gestão Vale;
-
Realização de análises de cenários de mudanças climáticas, trazendo maior robustez para nossa estratégia climática;
-
Adoção de uma abordagem de engajamento proativa com as comunidades, com foco no relacionamento de longo prazo e na construção de um legado para a sociedade, com a definição da ambição social voltada para o desenvolvimento de comunidades autônomas, engajadas em temas relevantes para a humanidade e comprometidas com a mineração responsável.
99%
de gaps fechados até agosto de 2025


Confira a seguir as evoluções já alcançadas e nossas principais iniciativas para alcançá-las:
A evolução nas boas práticas também pode ser observada por meio do nosso desempenho nos índices e ratings ESG:
| Agência | Foco | Resultado anterior | Resultado atual (Fevereiro - 2026) |
|---|---|---|---|
MSCI
|
ESG generalista
|
B
|
BB
|
Sustainalytics
|
ESG generalista
|
31,7
|
23.2
|
Governança
|
1
|
1
|
|
ISS Corporate Rating
|
ESG generalista
|
C+
|
C+
|
Dow Jones Sustainability Index (DJSI)
|
ESG generalista
|
40 | 39 |
CDP - Climate Change
|
Mudanças Climáticas
|
B | B
|
CDP - Water Security
|
Recursos Hídricos
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B
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A- |
Nota
Apesar no avanço verificado nos últimos anos (63pts em 2021 e 69pts em 2022), a revisão da metodologia de controvérsias ocorrida em 2023 passou a impactar significativamente o resultado final da Vale. Em 2024, o desconto de controvérsias é responsável pela dedução de -31pts, fazendo com que o resultado final seja de 46pts.
Nota explicativa
Resultado atualizado em abril/24, apresentando melhora frente ao resultado de 34,0 em dez/23 (quanto menos a nota, melhor).