

A história da Vale: de Itabira para o mundo
A Vale nasceu em 1º de junho de 1942, em Itabira, Minas Gerais, como Companhia Vale do Rio Doce. Ao longo de mais de oito décadas, evoluímos, simplificamos o nosso nome para Vale e construímos uma trajetória marcada por transformações.
Ao longo dessa trajetória, nos tornamos uma mineradora global, com presença em 18 países. Em cada passo, compartilhamos a paixão pelo nosso negócio, encaramos desafios e aprendemos todos os dias.
Avançamos muito desde o primeiro minério extraído em Itabira. Desde então, expandimos nossa atuação para logística integrada - com minas, ferrovias, navios e portos - e para o setor de energia.
Hoje, somos uma das maiores mineradoras do mundo e líder global na produção de minério de ferro.
A história da Vale é construída todos os dias
E essa história está diretamente ligada ao desenvolvimento da mineração no Brasil, ao relacionamento com as comunidades onde atuamos e à expansão da Vale para o mercado internacional.
Essa trajetória também reflete um processo contínuo de transformações e aprendizados, orientado pela busca por um futuro mais próspero, tecnológico e sustentável.
Aprendemos com o passado para construirmos, juntos, um amanhã melhor.




Nosso propósito
Existimos para melhorar a vida e transformar o futuro. Juntos.

Foto: Ricardo Teles
Nosso compromisso
Trabalhamos todos os dias para nos tornarmos referência na construção de uma mineração mais segura e sustentável, colocando a vida em primeiro lugar.

Foto: Luiz Braga
Perguntas frequentes
A descoberta da Província Mineral de Carajás ocorreu em 31 de julho de 1967. Durante uma expedição na região sudeste do Pará, o geólogo Breno Augusto dos Santos, integrante da empresa Meridional (à época subsidiária da U.S. Steel), realizou um pouso para reabastecimento do helicóptero. Ao examinar as formações rochosas do local, identificou minério de ferro de altíssimo teor.
Posteriormente, confirmou-se que a área abrigava uma das maiores reservas minerais do mundo, com grandes depósitos de ferro, além de cobre, níquel, manganês e ouro. A exploração sistemática foi desenvolvida na década de 1970 pela então Companhia Vale do Rio Doce (CVRD).
A Vale é líder mundial na produção de minério de ferro. A empresa também produz pelotas de alta qualidade e briquete de minério de ferro — um produto inovador com menor emissão de carbono.
Também atua na produção de cobre e níquel e integra ao seu portfólio de metais para a transição energética o cobalto, metais do grupo da platina (PGMs), além de ouro e prata.
Além da mineração, a empresa atua em logística (ferrovias, navios e portos integrados) e energia, garantindo a eficiência e sustentabilidade de suas operações.
A Vale investe em logística própria desde sua fundação, em 1942. Ao ser criada como estatal, herdou a Estrada de Ferro Vitória a Minas, estabelecendo a base de seu sistema logístico para o transporte de minério de ferro de Minas Gerais até o Espírito Santo.
A consolidação do modelo integrado mina-ferrovia-porto ocorreu nas décadas seguintes, especialmente sob a liderança de Eliezer Batista, presidente da empresa em diferentes períodos (1961–1964 e 1979–1986). Durante sua gestão, foi estruturada uma estratégia logística voltada à exportação, com destaque para a implantação do Porto de Tubarão e para a consolidação do Projeto Carajás.
A Vale é uma mineradora global e está presente em 18 países . Além de suas operações no Brasil, a empresa possui operações, escritórios portos e joint-ventures estratégicas em locais como Arábia Saudita, Austrália, Canadá, Chile, China, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Índia, Indonésia, Malásia, Omã, Países Baixos, Peru, Reino Unido, Singapura, Suíça e Japão, atendendo clientes em todo o mundo.
A atuação internacional da Vale teve início ainda nas primeiras décadas de sua história, por meio da exportação de minério de ferro a partir dos anos 1940, com mercados como Estados Unidos e Inglaterra.
Entretanto, a internacionalização como estratégia estruturada — com aquisições, operações produtivas no exterior e presença industrial direta em outros países — intensificou-se após a privatização, em 1997, quando a empresa adotou um plano consistente de expansão global e diversificação mineral.


