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Fotógrafo: Arquivo Vale
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Fotógrafo: Arquivo Vale

O Relatório de Produção e Vendas da Vale no 2T25 já está disponível.

O relatório foi divulgado nesta terça-feira, 22 de julho, e abaixo você confere os principais destaques, além do relatório na íntegra.
O segundo trimestre da Vale foi marcado por um sólido desempenho em todos os segmentos de negócio. No Minério de Ferro, a combinação de novos ativos em ramp-up e a maior confiabilidade operacional está suportando a maior aderência ao plano de produção de 2025. Melhorias operacionais consistentes tanto no Níquel quanto no Cobre levaram a recordes de produção no 2T desde 2021 e 2019, respectivamente, reforçando a tendência de alta. Em junho, o projeto Bacaba atingiu um marco importante com a obtenção da Licença Prévia. 
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Fotógrafo: Ricardo Teles

Destaques

  • A produção de minério de ferro totalizou 83,6 Mt, 4% (3,0 Mt) maior a/a, principalmente devido ao forte desempenho da planta de Brucutu, com o comissionamento da 4ª linha de processamento, e a um novo recorde de produção para um 2T no S11D. A produção de pelotas totalizou 7,9 Mt, 12% (1,0 Mt) menor a/a, em linha com a revisão do guidance de produção para 2025. As vendas de minério de ferro totalizaram 77,3 Mt, 3% (2,4 Mt) menores a/a, devido à estratégia de otimização de portfólio em priorizar a oferta de produtos de teor médio. 
     
  • A produção de cobre totalizou 92,6 kt, 18% (14,0 kt) maior a/a, com maiores teores obtidos em Sossego, juntamente com a capacidade nominal alcançada no Complexo de Salobo e o ramp-up de VBME. O resultado representa a maior produção no 2T desde 2019 e dá continuidade a um padrão de crescimento contínuo da produção ao longo de três anos. 
     
  • A produção de níquel totalizou 40,3 kt, 44% (12,4 kt) maior a/a, impulsionada pelo melhor desempenho dos ativos no Canadá e em Onça Puma, além de menores atividades de manutenção planejada, e com benefício adicional do ramp-up de VBME. A produção de 11,0 kt em Long Harbour representa o melhor resultado trimestral da história da refinaria. No total, o níquel registrou a maior produção para um 2T desde 2021. 

Confira abaixo os resultados dos nossos principais produtos:

  • Sistema Norte: produção aumentou 2,2 Mt a/a, atingindo a maior produção para um segundo trimestre desde 2021. O aumento foi impulsionado pela melhoria contínua do desempenho operacional no S11D, juntamente com um aumento na produção em Serra Norte, apoiado por um plano de lavra otimizado e flexível que reflete os ajustes do portfólio de produtos em resposta às atuais condições de mercado.  

  • Sistema Sudeste: produção aumentou 2,1 Mt a/a, impulsionado pelo comissionamento da quarta linha de processamento de Brucutu, resultando na maior produção do site desde o 3T19 e o ramp-up do projeto Capanema, que atingiu 0,6 Mt de produção no segundo trimestre, em linha com o plano. Esse aumento foi parcialmente compensado pela redução da disponibilidade de ROM no complexo de Itabira, conforme esperado.  

  • Sistema Sul: produção foi 2,2 Mt menor a/a, devido à menor produção de run-of-mine decorrente de iniciativas de circularidade nos complexos de Vargem Grande e Paraopeba.  

  • Pelotas: produção foi 1,0 Mt menor a/a, em linha com o guidance revisado para 2025 (31-35 Mt) à luz das atuais condições de mercado. Neste contexto, a Vale decidiu antecipar a manutenção preventiva na usina de pelotização de São Luís durante o 3T25, suspendendo a produção durante este período. O pellet feed, que seria utilizado como insumo para as plantas de pelotização, será redirecionado para a venda de finos de minério de ferro, otimizando a geração de valor no portfólio de produtos.  

  • As vendas de minério de ferro totalizaram 77,3 Mt, 2,4 Mt menores a/a, como parte da estratégia de otimização do portfólio de produtos, com a concentração de minérios na China implicando em prazos de entrega mais longos e a recomposição de estoques após as restrições de produção e embarque no primeiro trimestre.  

  • O prêmio all-in totalizou US$ 1,1/t, US$ 0,7/t menor t/t, principalmente devido à menor contribuição do negócio de pelotas (US$ 0,9/t menor t/t). Os prêmios de finos de minério de ferro melhoraram US$ 0,2/t t/t como resultado da estratégia do portfólio de produtos.  

  • O preço médio realizado de finos de minério de ferro foi US$ 85,1/t,US$ 5,7/t menor t/t, principalmente devido à redução dos preços de referência do minério de ferro (US$ 5,9/t menor t/t). O preço médio realizado das pelotas diminuiu em US$ 6,7/t t/t, totalizando US$ 134,1/t, refletindo também a diminuição dos preços de referência do minério de ferro. 

  • Salobo: produção de cobre aumentou 4,5 kt a/a, impulsionada pela finalização do ramp-up do complexo Salobo após a implementação de Salobo 3 e por um desempenho operacional consistentemente forte.  

  • Sossego: produção de cobre aumentou 5,2 kt a/a, devido ao maior teor de feed de cobre e à maior disponibilidade da planta. Em junho, foi concedida a Licença Prévia para o projeto Bacaba. O projeto foi concebido para estender a vida útil do Complexo Minerador de Sossego, contribuindo com uma produção média anual de cobre de aproximadamente 50 ktpa ao longo de uma vida útil de mina de 8 anos. O start-up é esperado para o 1S28, com investimento estimado em aproximadamente US$ 290 milhões.  

  • Canadá: produção de cobre aumentou 4,3 kt a/a, refletindo principalmente o ramp-up contínuo das minas subterrâneas em Voisey’s Bay e a produção consistente de cobre nas minas de Sudbury.  

  • As vendas de cobre pagável totalizaram 89,0 kt, maior 12,9 kt a/a, em linha com o aumento da produção.  

  • O preço médio realizado de cobre foi US$ 8.985/t, US$ 94/t maior t/t, devido ao maior preço médio do cobre na LME e aos menores TC/RCs spot no período, parcialmente compensado por efeitos de timing


¹Os volumes de vendas são menores em comparação com os volumes de produção devido ao cobre pagável versus o cobre contido: parte do cobre contido nos concentrados é perdido no processo de fundição e refino, portanto as quantidades pagáveis de cobre são aproximadamente 3,5% menores do que os volumes contidos. 

  • Sudbury: a produção de níquel acabado de origem própria aumentou 5,5 kt a/a, sustentada por uma combinação de ganhos de produtividade no moinho de Clarabelle, aumento de 35% a/a na produção da mina e menor manutenção planejada na refinaria a/a.  
     
  • Voisey’s Bay: a produção de níquel acabado de origem própria aumentou 6,2 kt a/a, impulsionada pelo aumento de 121% na produção das minas subterrâneas, contribuindo para o recorde trimestral de produção na refinaria de Long Harbour.  
     
  • Thompson: a produção de níquel acabado de origem própria aumentou 2,3 kt a/a, impulsionada pelo maior volume lavrado e maior produção nas refinarias de Sudbury e Long Harbour.  
     
  • Onça Puma: a produção de níquel acabado de origem própria aumentou 1,8 kt a/a, com desempenho operacional sólido ao longo do 2T25. A melhora a/a também foi favorecida por uma base mais baixa no 2T24, quando o forno estava em processo de ramp-up após paradas para manutenção.  
     
  • As vendas de níquel totalizaram 41,4 kt, 7,0 kt a mais que a produção do trimestre.  
     
  • O preço médio realizado de níquel foi US$ 15.800/t, US$ 306/t abaixo t/t, impulsionado por preços mais baixos na LME. 

Desempenho da Vale no 2T25

O desempenho da Vale no 2T25 será divulgado no dia 31 de julho. Após a divulgação, nossos executivos realizarão, no dia 1º de agosto, um webcast (conferência de áudio em tempo real) com analistas e investidores para apresentar os resultados do trimestre.

Photographer: Vale Archive